
Primeiro, chuvas e tempestades para em seguida, a beleza do arco-íris

Mas como encontrar uma maneira racional de não se colocar na posição de vítima da circunstância, “as coisas são assim mesmo” ou na posição de olhar o mundo como um grande campo de batalha, “deixa comigo, eu não levo desaforo pra casa”. Engolir sapos não é a solução, mas também sair despejando nossa frustração com comportamentos e atitudes que não nos agradam, também não é um caminho que nos trará tranquilidade e relações mais saudáveis.
Perceber nossos pensamentos e emoções nos ajuda a libertar os possíveis girinos e sapos. Quando enfrentamos nossos medos com honestidade e coragem conosco mesmos, partimos da condição de telespectador passivo para protagonista de nosso próprio destino. E nesse processo começamos a experimentar os questionamentos: É necessário? É verdadeiro? Começando assim, nossas reações instintivas aos desafios do caminho serão diferentes e passam gradativamente a serem respostas mais conscientes.
Reconhecer nossas emoções é o primeiro degrau para curá-las (quando forem desconfortantes) e para aumentá-las (quando forem vibrantes e energizantes).
O segundo degrau talvez possa ser conectar-se com algo maior que você…ou algo divino dentro de seu próprio ser para reconhecendo nossa pequinês em alguns setores, colocarmo-nos numa posição de humildade para nos engrandecermos no reconhecimento que tudo o que atravessamos, tudo; seja o trabalho opressor, o companheiro/a distante, o filho rebelde, o funcionário difícil, as doenças enfrentadas na família, os desafios financeiros, todo esse conjunto de lições, nos fortalece e nos libera para um experimentar uma vida inteira e vibrante.
O terceiro degrau: posicionar sua verdade, firme e gentil. Talvez descubramos que nossa verdade não é tão verdadeira para o outro, mas o falar pode nos libertar para seguir em frente sem pesadas bagagens.
Lembremo-nos das palavras de Carl Jung: “O que não enfrentamos em nós mesmos, acabaremos encontrando como destino”.
As tempestades no caminho são oportunidades que podem fortalecer-nos, se a encararmos como tal; oportunidades.
Então…que nos abramos para as possíveis oportunidades!